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Gato Pardo

Para quem conhece, vocês estão mais que vacinados. Vocês não conhecem isto? São maiores de idade? Trazem o vosso cartão de cidadão, boletim de vacinas e resgisto criminal? Não? Fantástico!!!

Gato Pardo

Para quem conhece, vocês estão mais que vacinados. Vocês não conhecem isto? São maiores de idade? Trazem o vosso cartão de cidadão, boletim de vacinas e resgisto criminal? Não? Fantástico!!!

Sim, estou a escrever sobre a Margarida Rebelo Pinto. Sim, estou com uma ressaca dos diabos desde ontem. Sim, Quinta da Alorna é muito bom. Sim, passei-me de vez...

25.08.12publicado por Gato Pardo

Se há coisa que me irrita solenemente é depois de uma noite fantástica de excelente gastronomia, bom convívio acompanhado a moscatel e Quinta da Alorna de 2009, ser acordado por um ser demente a fecundar-me os ouvidos (o seu a seu dono. Irei pagar os devidos direitos de autor da expressão "fecundas-me o juízo" a quem de direito) sobre a Margarida Rebelo Pinto e um artigo de opinião escrito em 2010.

Foi mais ou menos isto...

 

- Gato, chegou o Dia do Juízo Final!!!

- Grunff...

- O Apocalipse!!!

- Rnhunff...

- O fim do mundo em cuecas!!!

- ...Hum...Diz-me pelo menos que o fim do mundo se assemelha a umas nádegas firmes num fio dental então...Gruunff...

- Epá, não se fala noutra coisa que não da Margarida Rebelo Pinto...

- Deves estar a gozar comigo. Acordaste-me para falar dessa pseudo diva com tendências Sarah Jessica Parkerianas? Cura-te, pá!

- Sério, lê o artigo e depois logo vês.

 

Já que me tinham acordado, fiz aquilo que qualquer ser humano digno desse nome faria. Virei o rabo para o outro lado e dormi mais uma horita. Depois acordei, fui tomar banho, bebi o meu café e fumei o meu primeiro cigarro do dia. Bebi o meu segundo café e fui trabalhar. E depois sim, fui ver que raio era este MRPGate com cheiro a queijo flamengo.

Quem me lê (o meu bem haja às duas pessoas que o fazem. Obrigado mãe. Obrigado pai.) sabe que eu não gosto da Rebelo Pinto.

Por um lado, a literatura de cordel não me estimula. Depois, porque acho a mulher um atentado ao género em si. Ah, e também o facto de não ser particular adepto do plágio. Não sei, é uma falha de carácter que tenho.

Perdi 3 preciosos minutos da minha vida (já contando com o minuto em que tive uma vontade incontrolável de coçar os tomates e tive de lidar com o assunto porque a MRP realmente causa-se urticária) a ler para mim o famigerado artigo.

O que foi aproximadamente isto.

 

- Elemento...Nome genérico...Gordinha...Ok, portanto as mulheres mais anafadinhas em 2010 eram alternativa aos medicamentos de marca. Ok. Gorda e sem formas? Só são papadas por gajos com 7 vodkas em cima? Bisontes? Ok, há aqui sem dúvida algum ressabiamento para com as mulheres curvilíneas. Mas quase não se nota...NOT! Gordinhas, mascotes de grupo, pena? Penas têm as galinhas, pá! Quase nunca conseguem arranjar namorado? Ok, já não consigo mais. Até eu tenho os meus limites.

 

Margarida...Filha...Moçoila...Deixa-me contar-te uma história.

Tenho na minha mais alta estima várias amigas a que apelidas de certos elementos. Não estarão no seu peso ideal mas têm um peso incomensurável na minha vida. Desconheço se comer um bife na Portugália faz parte do roteiro gastronómico delas mas sei que comem mais e melhor que tu.

Depois tenho também na minha alta estima as que apelidas de gajas giras. Daquelas que até os postes de alta tensão ganham erecções à sua passagem. E sim, que tenho também a certeza que comem mais e melhor que tu.

Ambas dizem palavrões, falam de sexo à mesa, fora da mesa, em cima da mesa e até de coisas que fazem debaixo da mesa. Bebem os seus copos e repetem a dose as vezes que assim o entendem.

Agora surge a minha dúvida. Ao ler esta...hã...coisa que escreveste anos atrás fico a ligeira sensação que isto voltou a dar à costa por uma necessidade de fazeres lembrar as pessoas que ainda respiras. Sim, porque os méritos literários são dúbios. A velha máxima do "falem bem ou falem mal, tanto se me dá desde que falem".

Mas voltando ao tópico. Fiquei então com a sensação que ao ler o artigo que as meninas anafadas são umas vadias que não só se divertem mais, bebem mais, f*dem mais e ainda por cima urinam com total impunidade no Bairro Alto como ainda por cima destroem a reputação que as meninas giras tanto lutam por construir.

Existem 2 tipos de mulheres.

As que não interessam nem ao menino Jesus (indiferentemente de serem as suas amigas giras ou boazonas, vai dar ao mesmo).

E as que são verdadeiramente interessantes ao ponto de Jesus querer ressuscitar uma vez mais (gordinhas, anafadas, paus de virar tripas, tábuas de passar a ferro, whatever...)

Sim, os olhos comem. Mas o verdadeiro repasto da alma começa quando uma mulher abre a boca. E não, não é para isso, sua marota. Chama-se personalidade.

E sim, quase que seria capaz de apostar o meu testículo esquerdo que alguma menina gordinha lhe tomou um masculino brinquedo de estimação. E sem recurso a 7 vodkas.

Como diz uma amiga minha, "A única razão pela qual tenho excesso de peso é porque se fosse lingrinhas não tinha onde arrumar tanta personalidade".

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